Resenha

Resenha: Tudo Que Ela Sempre Quis por Barbara Freethy

· Por Jackson Fernandes
Para quem não sabe, eu adoro livros de suspenses e não poderia ser diferente com “Tudo que ela sempre quis”, simplesmente adorei o livro. Com pintadas de mistério e suspense o livro narra uma historia em que o ingrediente principal é a amizade.

Título: Tudo Que Ela Sempre Quis
Autor (a): Barbara Freethy
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Páginas: 320
Ela era a melhor amiga deles, ou assim eles pensavam — até anos mais tarde, quando seus segredos os levam a uma perigosa busca pela verdade sobre quem ela realmente fora... e por que morrera...
Dez anos atrás, em uma festa louca, a linda e estonteante Emily caminhava para sua morte, deixando seus três melhores amigos e suas "irmãs" — Natalie, Laura e Madison — devastados. Nenhum deles esquecera aquela noite — ou o papel que cada um teve na morte de Emily, a culpa que os persegue e a perda que ainda sofrem.
Agora, um escritor desconhecido entra na lista dos livros mais vendidos com um romance similar à história deles. Quem é ele? Como ele sabe os detalhes íntimos de suas vidas? E por que ele está acusando um deles como assassino? Quando eles começam a desvendar a verdade sobre a amiga em comum, irão redescobrir um amor que ela perdeu há muito tempo e descobrir segredos que vão mudar sua vida para sempre...

O livro começa contando a história de Natalie, uma médica que está prestes a terminar sua residência para poder atuar na carreira que sempre sonhou. Ela é uma pessoa bem solitária, focada em seus estudos e trabalho. Mas sua vida muda quando um misterioso livro intitulado Fallen Angel é publicado e em pouco tempo se torna um best-seller. O problema com o livro é que ele não trás uma historia de ficção como diz, todos os fatos e acontecimentos são partes do passado de Natalie e suas amigas, Madison e Laura, que envolve a morte sua melhor amiga Emily. E para complicar ainda mais, a morte de Emily, no livro, não foi um acidente mais sim um assassinato, e a maior suspeita é a Natalie. Agora ela fará de tudo para descobrir a verdade e tentar lembrar o que aconteceu naquela noite que mudou sua vida por completo.

Natalie é a personagem principal, mas a narrativa em terceira pessoa também acompanha os outros personagem. O que é bom pois não ficamos cansado de ver só aquele determinado ser. rsrsrsrsrsrs 

Natalie matou mesmo Emily? Se não foi ela, quem foi? Quem é o autor do livro e como ela sabe tanto sobre a vida das quatro fantásticas (nome que Emily deu para o quarteto antes de morrer)?... Estás são apenas algumas das perguntas que encheram a sua cabeça durante a leitura.

Li em algumas resenhas que “Tudo que ela sempre quis” era muito parecido com “Pretty Little Liars”, eu simplesmente discordo disto, pode até ser que a procura por um assassino e descobrir quem estar por trás dos segredos revelados se aproximem bastante, mas este livro é muito mais maduro do que PLL que e voltado para o publico mais jovem. E os dilemas e complicações em “Tudo que ela sempre quis” são bem mais adultos.

Narrado em terceira pessoa, Barbara Freethy nos mostra uma escrita fluente e rápida que vai fazer você devorar o livro em menos de 24 horas, mesmo com seu tamanho mediano. E a trama é super bem desenvolvida, e não deixa furo algum na historia e também não deixa aquela sensação de que algo só foi introduzido para criar conflito, tudo na historia tem um proposito.

Os personagens são bem desenvolvidos e realistas. Com sentimentos, caráter e pensamentos próprios. Barbara Freethy é uma ótima escritora e estou muito curioso para ler outros livros dela (tomara que a novo conceito lance mais livro dela).

Se você gosta de livros de suspense e mistério com certeza você deve ler “Tudo que ela sempre quis”. Você não se arrependerá.


--- Jackson Fernandes ---
Jackson Fernandes — colaborador(a) deste blog

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