Um Romântico Incorrigível é um dos romances mais divertido e apaixonante que já li este ano. Eu não sabia de nada sobre o livro antes de ter ele em minhas mãos, comecei a ler sem nem uma expectativa. Resultado? Uma ótima leitura! O livro já conquista com sua belíssima capa e uma sinopse que deixa você curioso para saber como a história vai se desenrolar. A história criada por Devan Sipher foi uma grata surpresa!
Título: Um Romântico Incorrigível
Autor: Devan Sipher
Editora: Verus
Páginas: 252
Ano: 2012
Ele é um romântico incorrigível e também profissional, pois escreve uma coluna sobre casamentos para um importante jornal, cobrindo festas espetaculares de costa a costa do país. Mas há uma linha tênue entre ser um repórter bem-sucedido com uma matéria para escrever e ser um cara sozinho num sábado à noite, no casamento de um desconhecido. Tudo muda na primeira noite do ano, quando Gavin conhece Melinda, uma jornalista de viagens com um espírito aventureiro. Mas Melinda vai embora e parece ter desaparecido sem deixar rastros. Gavin inicia então uma jornada por Nova York em busca dessa intrigante mulher. E aprende que há algo pior do que perdê-la: ter que escrever um artigo sobre o casamento dela.
Gavin Greene é um colunista muito conhecido, principalmente entre as noivas, que trabalha em um dos jornais mais importantes de New York na seção de casamentos (
Como já falei. A história criada por Devan Sipher foi uma grata surpresa, dos personagens à narrativa, tudo no livro é bem pensado e de bom gosto. Os personagens são tão verdadeiros que você pode esbarrar em um na rua. Eles têm o lado dramático, mas também tem o lado cômico. Muito legal. A narrativa também é muito boa, o livro não é corrido, mas também não é parado, ele é uma mistura dos dois, quando tem que ser mais parado para entendermos a cena ele é, quando tem que ser corrido para nós apresentar cenas de preenchimento ele é. Devan soube alternar muito bem entre os dois, sem deixar que a atenção do leitor se desprenda do livro.
Como qualquer comédia-romântica o final do livro é bem clichê (Mocinho + Mocinha = Felizes), mas o que o livro quis passar não está no final e sim em toda a obra, o livro veio para afirmar mais uma vez (varias outros meios já afirmaram isto, de músicas a filmes e etc.) que ninguém pensa igual a ninguém, e que cada um é diferente do outro, por mais estereotipado que seja. O grande exemplo é o Gavin que foi criado para mostra que homem também pode ser romântico (Tá vendo mulheres?).


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